quarta-feira, 13 de maio de 2015




SEM VOCÊ


"Já nao sei se o seu sorriso

É real ou só um delírio

Sua presença me faz forte e bem melhor

Tão natural é precisar de você pra viver


O seu sorriso de adeus

O meu sol entristeceu

E até os pássaros choraram na cancão

E eles sabem que eu so vivo por ti

Só por ti


Sem você não consigo mais viver

Sem você não quero mais viver 

Sem você levou a vida do meu ser

Sem você não posso te perder"



Autor: "Músico, Danilo Rodrigues"

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quinta-feira, 22 de novembro de 2012



Crepúsculo

Quando é chegada à noite no momento em que tudo começa a aquietar-se,momento este, que uma lamuria de angustia e de dor tende a ser mais forte que o ego a determinação a alegria e até a própria força;

Ouve-se bem baixinho, aos cochichos, alguém clamando ao pobre coração que lute por um momento de serenidade, mas o crepúsculo vem trazendo a noite fria, onde o desespero é o mais forte aliado da inquietude;

A noite é longa fria e vazia, ouve-se somente suspiros profundos de um peito apertado pela dor, um olhar quase de olhos fechados deixa cair uma pequena lagrima, esta que parece romper a barreira da força e cair sobre os joelhos curvados que estão sentados em uma velha cadeira no canto de um quarto vazio;

Madrugada vem rasgando a alma com sua quietude e solidão, os joelhos que estavam sentados agora postos ao chão a lagrima que era pequenina, agora grande, os olhos se fecham para tentar conter a lagrima que insiste em cair a rolar pelo rosto, o coração antes aflito agora desesperado sem avistar uma saída.

O crepúsculo rememorou a mais um coração solitário, da angustia que permeia a uma noite em plena solidão.
Autoria de Rodrigo da silva Júnior

quinta-feira, 29 de março de 2012

Insanidade ou a verdade?



Na pureza da inocência;
Na decadência do amor;
Nas felicitações da dor;
O dia e a noite se encontrando;
Brigando e se matando;
Só pra ver o que se aparece mais;
Isso tanto faz;
Quero ser somente quem sou e nada mais;
Que dane-se o mundo;
Paciência já esta findada;
No fundo do baú
Existe uma réstia de esperança;
De um dia voltar aos tempos de criança;
Brincar de boneca
Ser a menininha de antes;
Inocente;
Carente;
Crente que o mundo seria bom;
Que o ar teria gostinho de bombom;
As nuvens seriam algodão doce;

Bruna S. Moura

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Reflita


Amar?
Esse foi para a reflexão masculina.
Você já amou uma mulher? De que forma você a amava, quando na cama estava, quando por momentos bons passava, quando ela te beijava ou quando tudo bem ficava?
Já amou uma mulher quando tudo se encontrava mal?
Amar uma mulher; não é somente dizer “eu te amo”, é estar presente nas horas mais difíceis da vida dela, estar apto a dar um ombro para que ela possa recostar a cabeça e desabafar de todos os problemas.
Amar uma mulher; não é dizer depois do sexo “eu te amo”, mas é estar no hospital quando na doença ela se encontrar e não puder nem se quer falar com você, é prova de amor a uma mulher você preocupar-se com o bem-estar dela fazê-la feliz independente do seu estado.
Amar uma mulher; não é pedir provas de amor, mas primeiro mostrar que merece ter esse amor.
Amar uma mulher; não é a ter sob seu domínio, mas vê-la sorrindo nos braços de outro e ficar feliz pela felicidade dela ao saber que ela poderia estar com você, mas não com aquele sorriso.
Amar uma mulher; é independentemente da distância ou da ocasião respeitá-la e ser fiel, amar uma mulher não é fácil, porém você pode. Mas não diga que ama uma mulher sem antes, amá-la de verdade.
                                                 Você realmente já amou uma mulher?

Autor: Rodrigo da Silva Júnior

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Poemas

                         
  Silêncio negro

Silêncio. Palavra quase nunca questionada, até ser necessário seu uso;
Longe do amor do afeto e se distanciando da alegria a cada instante;
Coração dilacerado já não estanca o sangue, durante a madrugada o sangue jorra quente de dentro de um coração pulsante que ainda encontra um pequeno vestígio de forças para lutar;

Os olhos se fecham lentamente, entrando em contato com um mundo suprimido, silenciosamente na noite negra a adentrar sem receio;
O silêncio negro amarrota a alma originando tristeza explícita aos olhos.
Palavras já são ouvidas, mas não distinguidas E nem explicadas.
O tempo passa o mundo passa nada é bom o bastante para fazê-los descontinuar

Autor: Rodrigo da Silva Júnior

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Poemas


Isolamento
A lua presente lá na negra imensidão, do céu, da noite longa, harmonizada pela frustração da solidão;
Inquietante som, como marteladas na alma, é o batimento de um coração que pulsa dentro de um peito apertado;
Aflição é só o começo pra delinear tal sentimento, dor, angustia e desolação, são caracteres de uma noite na solida amargura;
Ao passar das horas a pulsação do coração parece amortecer, a cada instante parece enfraquecer e perder sua vitalidade, é quando ainda mais doloroso a saudade bate a porta, trazendo consigo um cesto abarrotado de lembranças, agonizando na solidão sai-se um grito dolente, que como um fiapo de voz na penumbra da noite, insiste em querer saber, Por que.
Autor: Rodrigo da s. Júnior

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Poemas

    Fragmentos de amor

Pedaços de corações, quebrados jogados ao chão como estilhaços de cristais partidos
Já é madrugada e eu aqui, está frio, estou só, está triste, choro em dó;
Lembro-me de outra ocasião, só lamentos, uma lágrima tende a cair no chão.
Vai ser a última lágrima, a última que se deleita em passear pela minha face.
À distância, o que apesar de não ser remédio pode curar a dor, dor de uma alma ferida.
O que é mortífero nem sempre se ataca pelo exterior, mas vem destruindo desde a alma passando pelo coração e saindo pelos olhos em forma de lágrimas.
Restos de um amor que vem se modificando, como o magma em contacto com água fria, vem se solidificando dentro de um ser, dentro de um coração tornando-o assim, rocha.
  Autor: Rodrigo da Silva Júnior

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Poemas


 Fotografia  
 Você não sabe, mas eu tenho uma foto sua, que eu fico aqui olhando o tempo inteiro querendo você pra mim, as vezes me pego perdido andando  pelas ruas, mesmo estando longe sua imagem continua onde eu vou é sempre assim, fico olhando seus olhos sem ao menos te tocar, entrar nessa fotografia é tudo que eu queria para poder te amar, sentir o sabor do seu beijo é tudo o que eu preciso e nada mais.
 Se eu pudesse transformar em vida, nem que seja apenas um segundo o meu desejo, você saberia a falta que me faz.
 As vezes fico tão ligado na fotografia parece até que seu olhar ta querendo me dizer que um dia pode ser real a minha fantasia, e ao seu lado na fotografia eu irei aparecer.
 Se eu pudesse transformar em vida, nem que seja apenas um segundo o meu desejo, você saberia que não te deixaria jamais.

Rodrigo da S. Júnior... ( trecho... musica Paula Fernandes)

sábado, 13 de agosto de 2011



Já escrevi um poema sem dedicação;
Chorando já cantei uma canção;
Sozinho caminhei pela escuridão;
Tive problemas que parecia não ter solução;
Deus sempre me estendeu sua mão;
O meu coração teve momentos de dor e aflição;
Já estive perdido em uma desilusão;
Amigos me fizeram traição;
Com tantas pedras que me jogaram...
...meu castelo já está em construção.

Rodrigo da S. Júnior

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Poemas


   A Guerra

Vivemos em guerra constante;
Não temos paz em nenhum instante;
O homem pensou que seria vencedor;
E começou a destruir tudo sem amor;

As desgraças em constantes crescimentos;
Drogas, sangue, mortes e armamentos;
Secas, furacões, alagamentos e deslizamentos;
Nada suporta, não existe sustento;

A natureza tem revidado;
Com o homem ela tem acabado;
Mesmo estando armado ou desarmado;

Entra Janeiro e chega Dezembro;
A destruição e a desgraça é em massa;
Poucos percebem, porém todos estão vendo

Autor: Rodrigo da S. Júnior